terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Relaxamento rápido

São Paulo, 27 de dezembro de 2011
hora: 20:50
Depois de um certo tempo sem conseguir praticar as projeções por diversos motivos, deitei-me para os exercícios.
Procurei não colocar nenhuma música para tentar sentir mais os efeitos projetivos, e desta vez aconteceu um fato interessante:
Iniciei com um exercício muito legal de um livro do Lobsang Rampa (que inclusive eu achava no início ridículo), e logo ao final do exercício comecei a sentir a descoincidência, sem nem ao menos começar a praticar o EV !
Fiquei espantado como esse método de relaxamento faz perder a sensibilidade corpórea e parece que se conseguir intensificar essa sensação, será muito fácil realizar o desdobramento.
Em breve vou copilar esse trecho do livro para os projetores terem esse benefício de relaxamento tibetano.
Voltando ao exercício, fiquei nesse estado por um tempo, mas tive dificuldade de continuar, pois minha janela não parava de bater e se tentasse levantar para arrumá-la, iria estragar a experiência.
Tentei fazer o máximo para me desligar do barulho, mas ainda preciso melhorar minha concentração.
Decidi encerrar a prática e colocar minhas energias a disposição para os amparadores do CEC na prática de exteriorização diária.
Porém fiquei feliz. Acho que estou descobrindo a chave para a saída fora do corpo:
Relaxamento 100% do corpo físico !

Vamos seguir em frente...

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Cansaço Físico

São Paulo, 23 de dezembro de 2011

Hora: por volta das 23:00 hs


Tenho tido muito pouco tempo para praticar os exercícios, devido a chegar em casa muito tarde. Tentei realizá-los pela madrugada, mas minha fisiologia não aceita muito eu acho , pois assim que começo a relaxar o soma, caio em sono fisiológico...

Hoje tento mais uma vez a prática da P.A, mas luto para não cair no sono.
Sinto-me muito cansado fisicamente. Acho que preciso me alimentar direito e tomar vitaminas, pois mal consegui sentir o E.V....
Ao chegar na cabeça, o relaxamento me faz cair em sono profundo.
Encerrei a prática por hoje...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Viagem Astral (Texto extraído do livro Você e a Eternidade - Lobsang Rampa)

" O dia terminara e as sombras da noite haviam caído, deixando o crepúsculo purpúreo, que gradualmente se tornava mais e mais escuro, até que o céu, afinal, adquiriu a cor índigo e então-ficou negro. Pequenas luzes haviam surgido ao derredor, as luzes azul-esbranquiçadas iluminavam as ruas, as luzes amareladas que eram do interior das casas, talvez mudando de coloração por causa das venezianas ou cortinas pelas quais passavam.
O corpo estava repousando na cama, inteiramente consciente, inteiramente a vontade. De modo gradual, veio uma leve sensação de desconjuntamento, uma sensação como se algo estivesse flutuando, movendo-se. Veio a mais leve das comichões pelo corpo, e gradualmente se fez a separação. Acima do corpo inclinado, formou-se uma nuvem na extremidade de um Cordão de Prata luzidio, a nuvem se movimentou, como massa indistinta, parecida com um borrão de tinta a flutuar no ar. Devagar, ela adotou a forma de um corpo humano, ergueu-se a uma distância de três a quatro palmos, onde oscilava e balançava. Por alguns segundos, o corpo do astral se ergueu mais, e depois os pés baixaram. Devagar, foram ter ao chão, de modo que a figura se encontrava em pé, ao pé da cama, olhando para o corpo físico que acabara de deixar e ao qual ainda se achava presa.
No aposento, as sombras se apresentavam nos cantos, como animais estranhos e acuados. O Cordão de Prata vibrava e brilhava, como luz azul-prateada opaca, e o próprio corpo astral estava retratado como a luz. A figura no astral olhou ao redor, e depois para o corpo físico que descansava comodamente no leito. Os olhos estavam fechados, agora, mas a respiração era tranquila e leve, não havia movimento, nenhuma contorção; o corpo parecia repousar comodamente. O Cordão de Prata não vibrava, de modo que não havia qualquer indicação de inquietude.
Satisfeita, a forma astral ergueu-se silenciosa e vagarosamente no ar, passou pelo teto do aposento, e pelo telhado fino, indo ter ao ar da noite. O Cordão de Prata alongou-se, mas não diminuiu em grossura. Era como se a figura astral fosse um balão cheio de gás, amarrado a casa, que fosse o corpo físico. A figura do astral ergueu-se até estar a vinte, cinquenta, cem metros acima dos telhados. Ali, ela se deteve, flutuando ociosamente, olhando ao redor.
Das casas de toda a rua, e das ruas além, vinham as luzes azuis e débeis que eram os Cordões de Prata de outras pessoas. Elas se estendiam para cima, desaparecendo em uma distância imensurável. As pessoas sempre viajam a noite, quer saibam disso ou não, mas apenas as favorecidas, as que praticam, voltam com pleno conhecimento do que fizeram.
Essa forma astral flutuava acima dos telhados, olhando ao redor, decidindo aonde ir. Finalmente, resolveu visitar uma terra distante, muito distante. No mesmo momento em que essa decisão foi tomada, ela partiu em velocidade fantástica, seguindo quase com a rapidez do pensamento pelo país, atravessando os mares, e ao atravessar o mar as grandes ondas do mesmo pareciam subir, tendo as cristas brancas na parte superior. Em certo ponto de sua jornada, ele espiou para um grande transatlântico que atravessava o mar turbulento, todas as luzes acesas e com som de música vindo dos tombadilhos. A forma astral prosseguiu sobrepujando o tempo. A noite deu lugar ao anoitecer anterior; a forma astral estava-se emparelhando com o tempo, a noite deu lugar ao anoitecer e este, a seu turno, foi ultrapassado e tornou-se a parte final da tarde. Essa parte final da tarde foi deixada para trás, e logo se tornou meio dia. Finalmente, a luz brilhante do sol, a figura astral viu aquilo que tinha vindo ver, a terra tão distante, uma terra tão amada, com pessoas a quem tanto amava. Com suavidade, a figura astral baixou na terra e se misturou, sem ser vista, ou sem ser ouvida, entre aqueles que se encontravam no corpo físico.
Por fim, veio um puxamento insistente, um retorcimento do Cordão de Prata. A grande distância, em terra diferente, o corpo físico que fora deixado para trás percebia o amanhecer, e estava chamando seu corpo astral. Por alguns momentos, este permaneceu por ali, mas, afinal, o aviso não podia mais ser ignorado. A forma de sombra subiu no ar, pairou imóvel por momentos como um pombo que regressa ao pombal e depois seguiu pelos céus, reluzindo sobre a terra, sobre a água, de volta ao lugar no teto. Outros cordões também tremiam, outras pessoas regressavam aos corpos físicos, mas essa forma astral de que falamos desceu, passando pelo telhado e pelo teto, indo ter sobre a figura adormecida de seu corpo físico. Devagar, com suavidade, com cuidado infinito, desceu e entrou nesse corpo físico. Por momentos, houve uma sensação de frio intenso, uma sensação de entorpecimento, de peso imenso a comprimir o corpo. Desaparecera a leveza, a sensação de liberdade, as cores vivas no corpo astral; ao invés disso, reinava o frio. Era como se um corpo estivesse envergando roupas molhadas e frias.
O corpo físico se agitou os olhos abriram-se. Lá fora, surgiam as primeiras faixas leves do amanhecer, acima do horizonte. O corpo se agitou e disse:
- Lembro-me de tudo a que assisti, durante a noite. "

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Relaxamento

São Paulo, 15 de dezembro de 2011

Horário de verão: 23:04 minutos


Iniciei os relaxamentos de cada parte do corpo e não tardei, após tentar circular a energia pelo corpo a sentir uma leve sensação de formigamento com expansão...

Hoje apesar de não sentir tanta intensidade quanto ontem, aconteceu um fato interessante:
Senti em certo momento que é como se eu sentisse a cabeça "leve", como se parecesse que ela estivesse projetada, pois não sentia as pálpebras. Teria sido impressão minha ou algo tinha acontecido ?
Sentia o copo no colchão, mas como estava tudo escuro no quarto, parece que eu ia "enxergar" a qualquer momento.
Escutei minha filhinha de 4 anos, se aproximando do quarto e fiquei com medo que ela entrasse.
Decidi encerrar a prática.

obs: nesse exato momento em que escrevo essas palavras ela acabou de entrar no quarto e perguntou:

" - Porque você deixou a porta fechada ?"

Acho que terminei na hora certa...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Chakra Coronário

São Paulo, 14 de dezembro de 2011

Hora: 22:18


Dia atípico, com muitos imprevistos, trânsito etc...
A vida em São Paulo é assim mesmo...
Iniciei os exercícios com certa dificuldade de relaxar logo de início. Após período de tempo tentando respirar e acalmar as emoções do dia, consegui por um certo tempo iniciar bem lentamente o EV.
A música de fundo me auxiliava e dava inspiração e me ajudava a elevar os pensamentos ao grande arquiteto do universo, e pensar um pouco em amor.
Após certo período, tentava controlar meus pensamentos e me perguntava, quando será que iria conseguir minha primeira projeção lúcida,ser iria demorar ou não, enfim uma luta comigo mesmo.
Mas pelo menos uma coisa eu sabia que ia desenvolver: a perseverança e disciplina. Tinha determinado a mim mesmo, não desistir até conseguir atingir meu objetivo. Tinha determinado em conseguir desenvolver a consciência fora do corpo a qualquer custo. Algum propósito devia ter em isso tudo. Não devia ter essa "ligação com o astral" a toa...
Tentei relaxar e "deixar rolar"...

Pensando assim, de repente comecei a sentir uma pressão no Chakra Coronário (topo da cabeça).
Era uma pressão absurda, até mesmo parecida quando canalizo o Reiki e sinto fluir para meu corpo. Senti um calor que percorria o corpo até os pés, e parecia sentir ter alguém comigo no quarto exteriorizando energia na minha cabeça.
Fiquei impressionado com aquela energia tão forte sobre mim. Parecia que entrava no centro do corpo todo.
Comecei a sentir uma leve sensação de embalonamento e expansão. O corpo parecia inflar e querer "subir"...
Pensei: - "será que é agora ?" , e logo em seguida tentei me corrigir: " - sem ansiedade, calma, deixa acontecer, sem se questionar"
E fiquei nesse estado um bom tempo, e percebia que não conseguia mexer o corpo. Tentei mexer a boca e comecei a sentir o corpo novamente, os braços.
Senti que era hora de acabar a prática.

Mas fiquei feliz. Acho que estou tendo progresso.
Ainda não é a hora, mas vai chegar, esse "portal vai se abrir"...

Vamos seguir em frente


"Tanto faz correr como ir devagar, todo caminho caminho tem fim"

provérbio chinês

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Sono

São Paulo, 13 de Dezembro de 2011

Hora: 22:08


Deitei para iniciar os exercícios de projeção com as técnicas de relaxamento e respiração de preparação. Lá fora chovia tranquilamente. Uma chuva de verão que mais refrescava o tempo do que assustava...

Tive muita dificuldade hoje. Fiquei três dias sem praticar as técnicas devido a intenso trabalho no final de semana até ontem (segunda-feira).
Nesses três dias dormi em torno de 4 horas.
Só consegui recuperar a força física hoje, mas ainda sinto-me fisicamente cansado.
Ao iniciar o relaxamento, percebi intensa "dor e pulsação" na sola dos pés. Estaria liberando energia pelo chakra plantar ?

Tentei muito relaxar, mas senti que lutava contra o sono. A medida que tentava sentir o EV, me pegava adormecendo. Talvez ainda pelo cansaço físico.

Decidi encerrar a prática e efetuar o registro dessas anotações

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sensação

São Paulo, 09 de dezembro de 2011


Hora: em torno de 22:16


Iniciei o relaxamento físico e após sentir o EV, comecei a relaxar mais. Como estava trabalhando até agora, meu cansaço físico talvez me favoreceu. Consegui desta vez me "entregar" mais, e senti a leve sensação de descoincidência, mas não passou disso. Tentei imaginar visitar a casa de um amigo, mas as vezes sentia que parecia que "algo" ia acontecer a qualquer momento...

Era como se eu mudasse de cenário....

Decidi encerrar a prática.

Como é difícil sair do corpo !

A mente racional nos bloqueia constantemente...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Descoincidência

São Paulo, 08 de dezembro de 2011

início da prática 21:55 - final da prática: 22:22

Deitei-me para iniciar os exercícios, mas tive um pouco de dificuldade para relaxar. Tinha acabado de terminar um trabalho e o corre corre desta tarde chuvosa me deixou exausto.

Comecei com o relaxamento progressivo, onde o mais interessante é que acabei desenvolvendo uma forma pessoal de relaxar, imaginando que a cada inspiração visualizo a região do corpo que que quero relaxar, e a cada expiração essa região já se encontra relaxada e anestesiada.

Isso tem funcionado efetivamente o que tem me ajudado a relaxar mais rápido.

Devido a um forte resfriado e dor de garganta, tive dificuldade de relaxar o físico, mas em dado momento, consegui por alguns instantes sentir a energia, e não tardei em perceber o início do estado vibracional.

Acho que a prática diária já está causando benefícios, porque consigo sentir essa energia com menos dificuldade...

Tentei me concentrar, pensar no amor de Cristo e me visualizar no alto de uma montanha no Himalaia, de pé, braços abertos e descalços absorvendo a energia do sol...

Foi só começar a pensar nisso, comecei a senti a sensação de Ballonement (embalonamento), que me trouxe a sensação de expansão e crescimento.

Senti que meu corpo começou a subir, mas nesse momento pensei: "- Está acontecendo, calma ! tenho que me controlar ! preciso me concentrar!"...

E permaneci naquele estado, parecendo que ia sair a qualquer momento e que ainda estava "preso" no corpo... conversando comigo próprio em pensamento...

Depois de um tempo nessa situação, decidi encerrar a prática e me perguntei se realmente estava começando a flutuar ou era meu corpo físico que tentava subir do colchão (coisa impossível de se fazer).

Mas percebi que fui sentindo meus membros novamente (braços e pernas) e um leve comichão, ou formigamento a medida que voltava "pra baixo".

Acho que realmente era uma sinalética de projeção...

A ansiedade ainda é meu obstáculo, mas uma coisa me fez sentir melhor:

Não senti medo, estava ancioso, sim, mas sem medo...

Vamos seguir em frente !!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Estado Vibracional

São Paulo, 07 de setembro de 2011

Quarta feira - 22:00 hs

Iniciei os exercícios de relaxamento com respiração e logo após procurei pensar muito em amor, paz, e tranquilidade.

Comecei a sentir o estado vibracional e energia descendo da cabeça aos pés de acordo com o ritmo da música que eu ouvia de fundo no meu quarto...

Senti um bem estar muito bom e senti que consegui acelerar a energia, o que logo me causou um torpor no corpo todo, fazendo eu instalar a circulação fechada de energias.

Permaneci por um tempo neste estado, tentando imaginar flutuar sobre o corpo. Nada aconteceu, porém de repente, percebi que o EV, se iniciou sozinho, sem minha vontade e em direção totalmente contrária, em círculos...

Tentei deixar acontecer e esperar...

De repente por um breve momento, vi (vi ?) muito rápido uma pessoa me falando alguma coisa, tipo que alguma coisa na minha vida profissional ia acontecer, para eu estar pronto....

Teria "cochilado" nesse intervalo ? Ou seria um breve momento de desprendimento e uma mensagem ou algo do tipo ?

Não sei, só sei que sinto que a qualquer momento vai ocorrer esse "despertar". O importante como disse dois coordenadores do CEC (Alexandre e Gilvanei) é a continuidade...

Vou seguir em frente...


nota: O estado vibracional é um processo de circulação de energias que antecede a projeção. Mais detalhes através do link:

http://www.centrodeestudos.org/foradocorpo/2011/tecnicas-de-projecao-astral/circulacao-de-energia/

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ansiedade

São Paulo, 06 de dezembro de 2011

Hora: 22:13 min.

Deitei em decúbito dorsal e iniciei os exercícios de respiração e relaxamento, e logo em seguida comecei a iniciar a circulação energética com o estado vibracional.

Comecei de início a sentir o "vai e vem" da energia no sentido da cabeça aos pés de forma muito lenta e um boa sensação de relaxamento.

Porém em dado momento, percebi um torpor no corpo a medida que a energia acelerava e foi tão intenso que senti uma sensibilidade no nariz e acabei sentindo muita vontade de espirrar.

Após isso, senti que minha ansiedade aumentou e não consegui continuar o exercício.

Dei por encerrada a prática...